esclareceu esta terça-feira a sua audição naProcuradoria-Geral da República de Moçambique,
relacionado com o caso de Elvino Dias.
Mondlane explicou que a sua comparência não
, mas sim de um procedimento previsto na lei orgânica do Conselho de Estado, que exige autorização prévia para que membros daquele órgão sejam ouvidos em processos judiciais. Segundo o político,
como declarante.
Durante a intervenção, Mondlane afirmou ainda estar “desiludido com a justiça”, criticando a forma como a informação sobre a sua
. Alegou falta de lealdade institucional e inconsistências na comunicação entre órgãos
no processo.
O político sublinhou que havia sido acordado não divulgar previamente a sua audição, mas a informação acabou por chegar à imprensa , o que gerou, segundo ele, “desalento e preocupação” quanto aos procedimentos seguidos.

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